Wise man said “We tend to love things we lose”. Maybe this is the reason I’m grieving over the goodbyes I did not choose. Easy come, easy go this is what life is all about. In one instant we are here, in the other we are out. A short time-lapse is our only gift and sin. So I’m appreciating my lungs, their mechanical ability to evolve air and keep me on this magical act that is breathing.
Já pensei muito sobre como as horas deveriam ser compostas por 100 minutos e os minutos por 100 segundos. Herdei da infância a ideia de que 100 é o número da perfeição para encerrar o ciclo do que já se foi e, enfim, reiniciar. Uma hora - conceito de algo que, quando pensei sobre o assunto na primeira vez, me parecia tão grandioso e extenso - deveria ser também composta por um número grandioso e extenso de subpartições. Convicta, respondia no dever de casa que 1 hora tem 100 minutos e a professora, muito afetuosamente, riscava o 100 e escrevia 60 por cima à caneta, me corrigindo. Claro que naquela época, nada nem mesmo a pronúncia do meu próprio nome era tão elaborada ou familiar como hoje. Levei tempo a me habituar e a justificativa por trás nunca me foi satisfatória: o sistema sexagesimal foi herdado historicamente. Não havia uma grande justificativa matemática ou geométrica por trás da escolha pouco óbvia do sistema de marcação temporal. ...
Existe uma lição na vida que somente os pavões - com toda sua imponência - são capazes de ilustrar com maestria. Há quem goste dos pavões e há quem os desgoste. "Lindos" ou "exagerados", "graciosos" ou "ridículos". Os pavões certamente dividem opiniões. Contudo, o animal, se entende ou não (não é benéfico afirmar que sim nem que não, nesse caso incerto a dúvida é mais completa que a afirmação), não se importa com os elogios ou críticas que recebe. Ele, movido por sua essência de vida, continua a caminhar da forma mais majestosa que é capaz. Consciente ou não, magnânimo ou ridículo, o pavão precisa continuar a existir e se mover, e a bruta realidade é que ninguém pode fazer isso por ele, senão ele mesmo. Ele é mais do que os adjetivos que os que o observam lhe atribuem. Ele é verbo e o verbo não pede licença e nem desculpas. Ele vem, toma e ocupa seu espaço, porque ele precisa e pode. ...
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